segunda-feira, 18 de abril de 2011

Felicidade VS Infelicidades



Quanto  somos felizes ou infelizes? Os filhos são parte deste pacote duplo de felicidade ou infelicidade? Sei lá, amam se os filhos, mas eles aborrecem, não dão espaço, ocupam toda área levemente desocupada que possa existir na vida dos viventes, especialmente, quando é da mãe. Com eles, somos como uma favela atulhada de casinhas, casinholas e casarões. Os filhos não deixam uma área improdutiva na vida de ninguém, enfim, raramente surge um espaço/tempo livre para os adultos, principalmente, o ser feliz/infeliz que detém um tempo maior junto a eles. Contudo, tem o outro lado, são amigos divertidos, companheiros de cinemas, parques, muitas risadas, besteiras e varias indiadas que já aprontamos por ai. Mas, fica o eterno paradoxo entre os instantes felizes versus os infelizes.

E o casamento faz parte deste engodo da felicidade VS infelicidade? Os relacionamentos depois de algum tempo viram um vinagre azedo originados de um excelente vinho que o tempo foi desgastando e esganando o amor. Os sorrisos, os olhares, os beijos calorosos e o sexo surpreendente sem afobação, sem exigência do relógio havia um gosto maravilhoso, porem, acabam por se findar com o tal do amor que existia no inicio de tudo. Não são as pessoas que mudam, ainda somos os mesmos, mas o maldito do tempo é que corroi todos ao redor. Então vem a infelicidade na maior parte das nossas vidas recheadas de cobranças e escasso de ambos os lados.

Os casais fogem dentro do próprio casamento, se voltam para mundos particulares, não se enxergam mais. Mas, tentam olhar o outro pelo constrangimento social de manter o malfadado casamento já em ruínas. As coações sociais podem ser os filhos, pagamentos de contas, dinheiro ou a falta dele, o próprio status de ser casado, ou o medo do medo de ficar sozinho e começar . . . Infelizmente, não há um lado bom em um casamento azedado. Mentimos, existe sempre uma caixinha de lembranças cheia de escritos,bilhetinhos, cartões recheados de amor que a aragem levou para bem distante de nós. Dói muito quando olhamos e pensamos: Nossa!!! Como ela me amava!! Aonde foi todo esse amor??? Talvez essa caixinha de lembranças faça parte da felicidade VS infelicidades . . .  Vai saber . . .

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