sábado, 16 de abril de 2011

Monstro . . .




Que ser viu e petulante,é este ao seu lado  . . .
que te dá com uma mão um frio bem estar,
e te cobra com lágrimas provas ao seu contentar . . .


Que ser víu rouba sua personalidade
te tranca nesta bolha de infelicidade,
Te enfeitiça a alma, nubla teus olhos
E diz ter todo carinho pra você,
Quando na verdade, o que tens, são apenas momentos de prazer . . .


Que triste vida, esta aprisionada . . .
Pois quem te rouba seus sentidos,
Sua razão, e faz com que todos se afastem de você,
Na verdade é aquela pessoa que você gostaria que todos gostassem . . .


O mesmo monstro cruel, te tens quando quer,
Quando lhe é conveniente - isso é claro e evidente.
Quem em sã consciência poderia ter o que ele tem de você
E ficar feliz em apenas produzir tristeza . . .


Assim, aqueles que te rodeião, nada podem fazer,
A não Ser tentar fazer você sorrir,
Esperando que se acabe o feitiço lançado
E que o monstro que esta ao seu lado enfim desapareça . . .


quem dera fosse apenas um conto ,
Sobre uma Linda princesa e um Víu Monstro . . .


Crueldade deste Monstro que ocupa teu coração,
talvez até por ele não ter um,
Precise de você por perto para lembrar o que é ser humano
E assim , Roubar teus dias, teus carinhos e sua atenção.


Pobre menina que anseia ser mulher,
Presa nesta masmorra emocional que criaste para tí,
Hoje, já acostumada a apenas sorrir,
Trancando suas tristezas e arrependimentos. . .


E na incansável esperança de ser feliz,
se arrasta por entre labirintos de ilusões,
na triste e aparente, inutavel certeza de que
Nada tem este monstro de errado.


Quem dera fosse apenas um conto, um historinha,
De um Víu Monstro e uma linda princezinha 

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