domingo, 15 de maio de 2011

É . . .



Mais um dia se passo... E eu aqui estou!
Tentando encontrar seus olhos,
Tentando encontrar o sossego para o meu tormento.
Quase não agüento, de tanto que penso, em como vou te conquistar...
É ai que lembro que ninguém é obrigado a amar.
Meu coração esvazia, chorando tanto noite dia,
buscando solução pra acabar com a solidão.
Mais que coração cruel! Não agrada nem quem é fiel.
Que deixa sofrer de amor aquele que não merece,
que mata de tristeza quem tanto enaltece, um sentimento de amor,
que o deixa ser acabado, assim como um lápis de cor, que muito foi usado logo depois descartado.

Mais um dia se passou...
E tentamos buscar explicação, nas coisas estranhas que acontecem com o coração.
Que nos mata de contentamento, e ao mesmo tempo nos enche de tormento.
Que nos faz sorrir mesmo na mais profunda dor, sem esperanças de amor.
Deixando tonto, vazio e transparente, o coração de quem é pego de repente.
E no fundo da escuridão, por menor que seja a paixão, você nunca quer dizer não.
E busca uma felicidade oculta, que nem mil pessoas ao seu redor, vai te fazer sentir-se melhor.

Mais um dia se passou...
E o seu grande e profundo amor você buscou.
Contentou-se com o que tinha, e passou a viver uma vida pequena e vazia.
Seus sorrisos se afastaram, e logo as lágrimas a tomaram.
E viu que seu mundo era pequeno, que era vazio e sereno,
nunca iria mudar, pois chance a um outro alguém, não queria dar.
E o medo do amor passou a te rodear, pois seus sonhos e desejos, de lado quis deixar.

E o tempo passou...
E um belo dia acordou,
descobriu a beleza da vida, o sabor da liberdade vivida, e a expressão do livre amor.
E no suave acorde da melodia, a letra da canção dizia:
"Que pra viver um grande amor, não se busca raça ou cor, que o verdadeiro amor vem no vento, nos mata de contentamento, por tanta carinho nos da.
E ensina a verdadeira história de como se deve amar".

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