terça-feira, 3 de maio de 2011

Minha terceira e ultima colaboraçãoa os amigos



Era apenas um homenzinho sozinho no nada, perdido num findo de mundo faminto por expectativas que não as dele e não as do mesmo naipe que o famigerado coitado faminto que ele sempre creu que foste ser num remoto, assim, passado típico que não fora o dele. Não mais!
Agora ele sabia que só podia ser um imbróglio do destino remoto que confundira tudo e todos num aturdido badalo daquela espécie efêmera que pela nobre dele vida fugira sem rastos decadentes ou traço vago dum tempo mal acabado por ele desfrutado. E deste experimento utópico qual ele não mais quis ter, válido foi, mas extirpou-se em extinção, cismou em dar-se malogros, gorar-se de tenra culpa eterna dos vícios insanáveis quais curara suas poucas feridas abertas.
Tempo decadente! Sina delinqüente! Vida indecente, dormente, torpe, fulcrada em desventuras inválidas das suas sinas delinquentes em tempos decadentes! Como puderá terminar este corno mal intencionado nas vísceras de um homem tão bom? E tão decente! Pudera, talvez fosse a forma como Vosso Divino Pai não clemente, não temente, não forçável, muito amável, limasse as imperfeições de seu caráter tão pouco humano!
Será? E será que é do entendimento de seu remorso que nasciam as sombras de suas dúvidas? E foste a era dos senhores como ele, que apenas labutavam da desfrutação dos maus hábitos saudáveis para o consciente faminto por baixas expectativas e alto vícios ocultos e famigerados!
Isto! Seu tempo passara e não mais havia espaço para bobos da corte como nobres latifundiários feudais que podiam ser ignóbeis em fruto de seus prazeres terrenos e livres, sem a casta de Deus intervir em seus bem venturadas vícios e malogros, em seus cortejos e danças retumbantes, infinitos por aí. Droga! Foi-se tempo vão!
E agora estava preso ao tempo contínuo infinito da mudança! A verdade é que as coisas mudam em entendimento e estética e nada mais parece normal! Quiproquó do destino valente em vil farsa a si mesmo!
O novo já nasce velho, o velho já nasce novo e o de meia idade não sabe mais quem é! Este mundo nos leva a assim pensar e crer que tudo deve ser entendido por nosso racionado intelecto, enquanto poucos detentores de um único conhecimento vasto conseguem nos manipular: poder!
Sabe? Se a sina daquele homenzinho cheio de culpa era apenas entender o próprio pensamento, por não o pôs em palavras claras e os dividiu? Ora, meu caro! Mas isto é por que ele quis entender sozinho sem que ninguém o visse naquele estado duvidoso!
E você? Também é um homenzinho confuso em meio aos próprios pensamentos sem sentido? Ou busca sentido nos pensamentos dos outros?

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