quinta-feira, 30 de junho de 2011

Menina . . .



Quando me deito em meu quarto vazio, apenas o céu me ouve.
Meu sol foi encoberto pela tempestade, estou perdido.
Depois de tudo que passei, depois de me dar por inteiro,
O que aconteceu com o nós?

As paredes caíram sobre mim, nada restou ao meu redor.
Diga-me o que eu faço com os sonhos que eu guardei?
E cada caminho que tomei agora me leva ao desgosto.
Meu o que senti foi tudo destruído, toda minha força se foi.

Ouso a voz da derrota, desejo ir para longe da batalha...
Por que sofrer por algo que nunca existiu,
Por um sentimento que só me fez mal.
Não há mais pensamentos de se reerguer, agora eu não te quero mais!

Procuro por aquela porta aberta.
Nada a fazer se não levantar a minha cabeça e caminhar.
Eu estava perdido, agora estou livre.
Veja, eu estou indo em frente e não pretendo voltar atrás.

Menina, eu não te quero mais.
Eu tenho o destino em minhas mãos e já tracei meus planos.
Sua Estúpida, se pudesse ver o que há dentro de mim, o que há além de mim,
Notaria um cara assustado, com medo, que não é sempre forte.

Você não pode ver o ferimento que há em mim,
Seu coração precisaria de tempo que já não há mais.
Quando me deito em meu quarto vejo sua face,
Assisto você sozinha, sem ninguém para enxugar suas lágrimas.

A vida nos dá o direito de ser livres e sofrer sozinhos.
Viverei minha vida sem arrependimentos.
Não terei vergonha das escolhas que fiz, das palavras que proferi.
Menina, eu não te quero mais.
Seguirei meu instinto ...

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