terça-feira, 5 de julho de 2011

Eu te quis tanto... Que me perdi neste sentir de emoções



Ouve um tempo , em que eu era todo seu, e você sabia . . .
Mas a indiferença , dominada por uma ilusória felicidade, te privou de me ver como eu queria.
Tantas foram a palavras, que em meio a distância nítida em nossas vidas – te fez escolher o incerto. Tanto eu te quis . Me coloquei na mais triste posição em que um homem pode se colocar perante uma mulher; e eu disse tudo e mostrei tudo – pelo menos o que me permitiu você.    Você se trancou, e me vi ali, no meio do nada, tentando ver a placa daquela carreta que destroçou todo aquele sentimento.            

 Culpa minha , de fato , não pude mais controlar a angustia de te ver infeliz, atrás de um sorriso falso – e assim decidi, sair de sua presença, tentar curar o mal que me fez, usei de malefícios para tentar tirar de mim aquela sensação que você me colocou – de todas as marteladas de seu olhar, das bofetadas deste teu sorriso em mim .             Bloqueie em mim sua presença, mesmo sua voz , mesmo tua imagem, mesmo teu sorriso . . .

Afastei de mim sua presença física, tentei desfazer das coisas que me lembram você, tentei ser o mais feliz que pude, não pude, e só causei dor a outra pessoa, e vi o que me tornei, me tornei você – brincando com sentimentos alheios. Vi que não somos diferentes, e percebi por um instante o quanto teríamos sido felizes – e mesmo assim eu me disse não!!

Em vão . . .
Ainda esta aqui , aquele seu “puxadinho” em meu coração , é habitável, e ainda rego as flores no para peito, e sobre a janela ainda esta seu chocolate favorito,  tudo te espera . . .
Vivo dias de tortura, noites de tormento, horas de angustia, não sei sair de onde estou, não sem me machucar – e não quero mais dor, não , não quero. . .

Ainda esta aqui, ainda dói , me anestesia , me deixa fraco quase apagado, vivo no automático, rio, brinco , choro – tento caminhar, mas o pensamento me trai a cada aroma , a cada lembrança involuntária- a culpa e minha, e ponho ela em quem eu quero, e ela é minha, toda minha .
O que não te priva de todo ódio e rancor que luto para esquecer, você tirou o melhor de mim, e como um nada, deixou de lado , meio assim, assim . . .


Me transformou em uma página, como muitas arrancadas para o esquecimento, e ainda hoje tenta, sorrir por um momento, e acreditar que não tem culpa de nada do que aconteceu, pois é fácio se manter inocente aos olhos julgadores,  e vejo a
verdade implícita mostrando que a embriaguez dos insensatos depois da doçura de tolices, levam a si próprios ao vômito do mais puro fel.

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